01/06/2007 – POLÍCIA MILITAR BEM PREPARADA
“A ação da Polícia Militar tem sido bastante coerente”, declarou Conte Lopes (PTB) ao elogiar a tropa de choque pela ação na manifestação dos estudantes da USP. Conte Lopes disse que a Polícia Militar agiu com alto grau de profissionalismo. O deputado lembrou que a Polícia Militar apenas recebe ordens que devem ser cumpridas. Além disso, para exemplificar a ação da PM, Conte Lopes recordou a manifestação que gerou tumulto em frente à Assembléia Legislativa.
05/06/2007 – BRASIL IMPUNE
“Aqui no Brasil pode ser ladrão”, afirmou Conte Lopes (PTB) ao falar da criminalidade no Estado de São Paulo. O deputado citou a matéria veiculada nesta segunda-feira, 4/6, na imprensa, que relata o assalto no Cinemark do Market Place e a morte do vigia, cometida pelo ex-lanterna Marcelo Franco da Silva. “O cidadão era lanterninha, mas decidiu ir para o mundo da criminalidade porque é mais fácil”. Lopes criticou o Poder Judiciário: “Está na hora de rever esta situação para que se tenha pena perpétua no país”.
12/06/2007 – BRASIL SEM LEI
“O Brasil é um país sem lei. Os policiais precisam da arma para se defender. Infelizmente a realidade é essa”, afirmou Conte Lopes (PTB) ao falar sobre o porte de armas aos cidadãos e
à polícia. Conforme o deputado, os policiais precisam estar constantemente armados, inclusive nos dias de folgas como forma de proteção. Lopes disse ainda que os policiais devem estar preparados para a profissão e os riscos existentes para enfrentar a criminalidade. “Aqui no Brasil, o bandido aplica a pena de morte. Todo o mundo tapa o sol com a peneira e finge que não está acontecendo nada. Temos que enfrentá-los na lei que eles conhecem: bala e porrada; não adianta ser pacífico”.
13/06/2007 – SEGURANÇA PÚBLICA
Sobre o reajuste dos policiais militares Conte Lopes (PTB) afirmou: “Em qualquer estado brasileiro se paga mais do que em São Paulo. Há doze anos não temos aumento salarial”. O deputado falou também da segurança na Capital, e apontou algumas questões: “A segurança pública é um problema não só de São Paulo, mas de extensão nacional. Acontecem muitos absurdos, como a prisão de agentes e policiais por porte de arma. Se os policiais trafegam sem o instrumento de trabalho, correm riscos, por exemplo, de serem atacados por bandidos do Primeiro Comando da Capital. Isso não pode acontecer”.
14/06/2007 - “HÁ 37 ANOS”
Segundo Conte Lopes (PTB), o fato de a família do tenente Alberto Mendes Júnior, morto em ação durante a ditadura militar, não ter recebido os mesmos benefícios concedidos aos familiares dos mortos na resistência a ela, é uma injustiça. O parlamentar relembrou a passagem que um caminhão com destacamento de policiais militares foi abordado pelo capitão Carlos Lamarca, líder de grupo da luta armada contra a ditadura. Lopes narrou que o tenente Mendes Júnior assumiu, diante de Lamarca, o comando do destacamento e, por isso, foi morto a golpes de coronhada de fuzil. O soldo equivalente ao posto de general-de-brigada (R$ 12,125 mil), a que Lamarca teria direito ao se aposentar no posto de coronel, conforme o regimento militar, foi concedido nesta quarta-feira, 13/6, pela Comissão de Anistia do governo federal à sua viúva e dois filhos, além da indenização de R$ 100 mil para cada um deles.
19/06/2007 - BINGOS
Conte Lopes (PTB) trouxe ao plenário o problema dos bingos. De acordo com o deputado, a questão é liberar ou não o funcionamento desses locais e essa situação deve ser resolvida logo. Conte Lopes disse que muitas pessoas recebem propina no processo de abertura de um bingo. Além disso, afirmou que os locais onde se estabelecem os bingos são visíveis para todos e estão funcionando normalmente.
20/06/2007 – COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA QUER ESCLARECER SUPOSTO CRIME DE CORRUPÇÃO DE POLICIAIS
A Comissão de Segurança Pública da Alesp, presidida pelo deputado Conte Lopes (PTB), aprovou nesta quarta-feira, 20/6, os pareceres a dez projetos de lei e a quatro requerimentos. O primeiro refere-se aos convites aos delegados de polícia, José Antonio Ayres de Araújo e Cíntia Maria Quaglio e ao advogado Jamil Chokr para prestarem informações a respeito dos fatos que estão sendo apurados pela Corregedoria Geral da Polícia Civil relativos ao suposto crime de corrupção passiva praticado por policiais civis, conforme divulgação da imprensa. A reunião foi agendada para a próxima quarta-feira, 27/6, às 15h. O segundo requerimento solicita o convite do delegado de Polícia e diretor do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Domingos Paulo Neto, para prestar esclarecimentos a respeito do andamento das investigações sobre chacinas que ocorreram no Estado este ano. Ainda sem data definida, a reunião será em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos. Na seqüência, a comissão aprovou o requerimento que pede ao secretário de Segurança Pública, Ronaldo Augusto Marzagão, o encaminhamento à comissão de cópia do inquérito policial que tramita na Corregedoria Geral de Polícia Civil, relativo ao suposto crime de corrupção passiva que estaria sendo praticado por policiais civis, conforme divulgado pela imprensa. O quarto e último requerimento refere-se ao convite ao ex-secretário de Administração Penitenciária, Nagashi Furukawa, ao ex-presidente da Companhia Paulista de Obras e Serviços (CPOS), Robert Henry Srour, e ao ex-presidente da Corregedoria Geral da Administração, José Haroldo Martins Segalla, para prestarem informações a respeito de matérias jornalísticas, veiculadas no jornal O Estado de S. Paulo de 3 e 4/6/2007, sob os títulos: “Carandiru teve implosão superfaturada e MPE abre inquéritos sobre Carandiru”.
21/06/2007 – DOZE ANOS SEM AUMENTO
Conte Lopes (PTB) falou dos problemas enfrentados pelos policiais civis e a falta de verbas para as delegacias metropolitanas. Ele criticou as parcerias para reformas e manutenção de delegacias: “É uma espécie de PPP - público pedindo para privado”. O deputado disse também que é preciso valorizar o trabalho dos policiais: “O Metrô pára e no outro dia consegue aumento. Nós há doze anos, não conseguimos ainda o aumento da categoria. Acho que os nossos governantes não gostam da gente”, concluiu.